terça-feira, 27 de janeiro de 2015

INFORME PUBLICITÁRIO

MARCAÇÃO DE CONSULTAS - SILVANA E SÍLVIA

Próxima consulta com Dr Mendonça (oftalmologista) sábado dia 31 de janeiro. Marcação de consultas com Sílvia ou Silvana

PLAYBOY DE AMANTE DE YOUSSEF CHEGA ÀS MÃOS DE EXECUTIVOS PRESOS NA LAVA-JATO

A  edição de janeiro da Playboy, tendo na capa Taiana Camargo, ex-amante de Alberto Yousseff, chegou às mãos dos executivos presos em Curitiba pela operação Lava-Jato. Foi um dos poucos momentos de descontração da carceragem dos últimos dias.
(Por Lauro Jardim - Radar Online)

Após ganhar favor milionário do governo, empresário doa R$ 17 milhões para campanha de Dilma

Walter Faria, dono da cervejaria Itaipava, conseguiu renegociar em 24 horas empréstimo camarada com o Banco do Nordeste. Cinco dias depois, depositou R$ 5 milhões na conta do comitê da petista

MURILO RAMOS, COM MARCELO ROCHA, FILIPE COUTINHO E FLÁVIA TAVARES

BRINDE O empresário Faria (ao centro, com o copo ao alto) celebra com petistas a inauguração de sua fábrica na Bahia (Foto: Valter Pontes/Secom)
No começo de 2013, o empresário Walter Faria, dono da Cervejaria Itaipava, a segunda maior do país, queria expandir seus negócios ao Nordeste. A primeira parte do plano envolvia a construção de fábricas na região. Ele optou por erguer a primeira em Alagoinhas, na Bahia, em razão de generosos incentivos fiscais. Faltava o dinheiro para a obra, e conseguir crédito não seria uma missão fácil. Faria e seu Grupo Petrópolis, que controla a Itaipava, tinham nome sujo na praça – e uma extensa ficha policial. Deviam R$ 400 milhões à Receita, em impostos atrasados e multas por usar laranjas, além de notas fiscais. Em 2005, Faria fora preso pela Polícia Federal, acusado de sonegação fiscal. Ficou dez dias na carceragem da PF. Três anos depois, em outra operação da PF, Faria acabou denunciado pelo Ministério Público Federal por corrupção ativa, formação de quadrilha e por denúncias caluniosas. Segundo as investigações, Faria armara um esquema para retaliar os fiscais da Receita que haviam autuado sua cervejaria anos antes. Iria difamá-los. Contratara para o serviço ninguém menos que o operador do mensalão, Marcos Valério Fernandes de Souza. A PF encontrou R$ 1 milhão na sede da Itaipava em São Paulo – dinheiro que, segundo a acusação, serviria para pagar chantagistas. Valério foi preso. Mas Faria perseverou.
Diante dessa ficha, qual banco toparia emprestar dinheiro para Faria e suas empresas? O Banco do Nordeste, o BNB, criado no governo de Getúlio Vargas para ajudar no desenvolvimento econômico da região – mas que, desde então, é usado com alarmante frequência para ajudar no desenvolvimento econômico dos políticos que mandam nele. Desde que o PT chegou ao poder, em 2003, o BNB, custeado com R$ 13 bilhões em dinheiro público, vem sendo aparelhado pelo partido. As previsíveis consequências transcorreram com regularidade desde então. Escândalos, escândalos e mais escândalos. O último deles, em 2012, revelado por ÉPOCAderrubou a cúpula do banco após a PF entrar no caso – e deflagrou uma cascata de investigações dos órgãos oficiais, como a Receita, o Tribunal de Contas da União e o MP. Apesar disso, o aparelhamento petista no BNB perseverou, como Faria perseverara. Ambos perseveraram porque partidos como o PT precisam de empresários como Walter Faria, e empresários como Walter Faria precisam de partidos como o PT.

No segundo mandato de Lula, Faria, segundo fontes do PT e no BNB, tornou-se próximo dos líderes do partido, como o ex-presidente da República e o tesoureiro informal da legenda, João Vaccari. E manteve essas boas relações. Pelas leis da política, a história que se narra a seguir – fundamentada em documentos internos do BNB, relatórios do TCU e entrevistas com os envolvidos – era inevitável. Ainda no começo de 2013, Faria conseguiu obter do BNB um empréstimo de R$ 375 milhões para construir a fábrica na Bahia. Naquele momento, a nova cúpula do BNB, sob o trauma recente do escândalo que derrubara a diretoria anterior, relutava em fazer negócio com Faria. O então presidente do banco, Ary Joel Lanzarin, fez questão de que Faria apresentasse garantias sólidas para o empréstimo. Exigiu uma garantia conhecida como carta-fiança, em que outro banco garante cobrir o valor devido em caso de calote. Para quem empresta, como o BNB, é um ótimo negócio – praticamente zera o risco de calote. Para quem recebe o dinheiro, nem tanto. Uma carta-fiança tem um custo anual, que varia entre 0,5% e 3% do total do empréstimo.

Durante as tratativas, Faria reclamava. Dizia que perderia muito dinheiro com a carta-fiança. Mas capitulou. Ao fim, obteve dois empréstimos, ambos sob as mesmas condições. O de R$ 375 milhões seria destinado à construção da fábrica em Alagoinhas. Outro, fechado depois, em abril de 2014, no valor de R$ 452 milhões, serviria para construir outra fábrica da Itaipava, em Pernambuco. No total, portanto, Faria obteve quase R$ 830 milhões do BNB. Cada empréstimo tinha como principal garantia uma carta-fiança, que cobria integralmente o valor emprestado pelo BNB. Faria teria juros baixos, 11 anos para pagar e dois anos de carência para começar a devolver o dinheiro. Os técnicos do BNB classificaram a operação como segura, em virtude da carta-fiança.

Em conversas com os diretores do BNB, no entanto, Faria não desistia de rever a garantia da carta-fiança. Queria porque queria que o banco abdicasse dela, topando ter como principal garantia as fábricas construídas com o dinheiro emprestado. Faria dizia, nesses encontros, que a exigência da fiança lhe custava o equivalente a 2% do valor dos empréstimos – o equivalente a quase R$ 17 milhões ao ano. Para o BNB, era um pedido aparentemente impossível de atender, como seria para qualquer banco privado. Ainda mais porque, pelo contrato de empréstimo, os juros eram pré-fixados. Ou seja: o BNB não poderia compensar a garantia pior com um aumento nos juros do empréstimo. Segundo as regras do Banco Central e três especialistas de três grandes bancos, se o BNB aceitasse as condições de Faria, teria de rebaixar internamente a classificação de qualidade do empréstimo. Essa medida é obrigatória e forçaria o BNB a reservar dinheiro próprio para pagar ao menos parte da dívida de Faria, caso ele desse calote. No jargão do mercado, isso se chama “provisionamento”. Nenhum banco toparia fazer isso. É um péssimo negócio. “Nunca vi alguém aceitar algo parecido”, diz um economista que trabalha com esse tipo de operação para um grande banco brasileiro.

Mas o impossível é sempre uma possibilidade na política brasileira. Ainda em abril de 2014, Ary Lanzarin, o presidente que tentava moralizar o BNB, deixou o cargo. O PT pressionava para voltar ao comando absoluto do banco. A presidente Dilma Rousseff aceitou. As diretorias do BNB foram entregues novamente a afilhados de políticos petistas, como o ministro da Defesa, Jaques Wagner. Procurado por ÉPOCA, Wagner preferiu não comentar o assunto. O jogo mudara.

Meses depois, no auge da campanha à reeleição de Dilma e dos esforços de arrecadação dos petistas, Faria conseguiu o impossível. No dia 10 de setembro, protocolou o pedido de dispensa da fiança do empréstimo da fábrica na Bahia. Uma semana depois, o pedido foi analisado – numa velocidade espantosa para os padrões de um banco tão lento e burocrático quanto o BNB. Num intervalo de pouco mais de 24 horas, o pedido passou por cinco instâncias do BNB e foi aprovado pelo Conselho de Administração do banco, segundo os documentos obtidos por ÉPOCA. Estava no papel: o BNB aceitara, em tempo recorde, abdicar de uma garantia 100% segura por outras mequetrefes, se comparadas à carta-fiança. De quebra, teve de reservar R$ 3,6 milhões no balanço – o tal “provisionamento” – para cobrir o mau negócio que fechara.

Alguns técnicos do banco não gostaram da solução encontrada. Para demonstrar insatisfação, deixaram claro que a dispensa da fiança não seria inócua para o BNB. Em um documento interno obtido por ÉPOCA, funcionários afirmaram: “O nível de risco atualmente corresponde a 8,75 (AA), quando considerada a fiança bancária. Quando considerada a garantia hipotecária do complexo industrial, passa a ser 6,05 (B)” (leia abaixo). Fica claro que a substituição da fiança só interessava mesmo a Faria. A decisão do BNB também contrariou frontalmente uma das principais cláusulas que permitiram a assinatura do contrato: “Outras instituições financeiras de primeira linha estarão comprometidas com o projeto durante o prazo de 11 anos, visto que a fiança que comporá a garantia da operação terá vigência por todo o período do financiamento”.

No dia 29 de setembro, apenas 12 dias após seu Grupo Petrópolis obter o impossível no BNB, Faria depositou R$ 5 milhões na conta da campanha de Dilma. Até o dia 3 de outubro, a campanha dela receberia outros R$ 12,5 milhões. No total, Faria doou R$ 17,5 milhões. Tornou-se, assim, o quarto maior doador da campanha da presidente. É aproximadamente esse valor que Faria gastaria com as fianças anuais dos dois empréstimos. O pedido para que o segundo empréstimo, o da fábrica em Pernambuco, também seja dispensado da carta-fiança será feito em breve. Segundo fontes na cúpula do BNB, está encaminhado para ser aprovado. 

Procurado por ÉPOCA, o Grupo Petrópolis afirmou, por meio de nota, que a dispensa da fiança gerou economia para a empresa, mas não disse quanto. Afirmou ainda que a fiança foi substituída por outras garantias com “valores até maiores”. Ainda de acordo com a nota, Faria conhece Vaccari, mas negou ter pedido ajuda a ele ou a qualquer pessoa para que a fiança usada no empréstimo do BNB fosse dispensada. Disse, ainda, que todas as doações à campanha da presidente Dilma cumpriram as regras eleitorais. Também por meio de nota, Vaccari disse jamais ter tratado do interesse de qualquer empresa com o BNB. O presidente do BNB, Nelson de Souza, afirmou que a substituição da fiança está prevista nas regras do banco e que nunca esteve com o empresário Walter Faria. Disse, no entanto, que o empresário já esteve com dirigentes do banco para tratar assuntos do interesse dele.
 
Uma troca bem cevada (Foto: Reprodução)

Três corpos são encontrados crivados de bala na subestação da Coelce, em Cascavel (CE)

Três homens foram encontrados mortos na manhã desta segunda-feira, 26, dentro de uma sala da subestação da Companhia Energética do Ceará (Coelce), na CE-040, na entrada de Cascavel, 64,3 km de Fortaleza. As vítimas, dois vigilantes de uma empresa terceirizada e um eletrotécnico que trabalhava na manutenção, apresentavam perfurações de disparos de arma de fogo.

A Polícia foi acionada por volta das 6 horas, quando outros funcionários acharam os corpos. “As circunstâncias da morte ainda não foram identificados, mas há a suspeita de que eles tenham discutido e um deles matou os outros e praticou suicídio”, explica o inspetor Murto Robeto, da Polícia Civil de Cascavel.

Os corpos foram recolhidos pela Perícia Forense e a Polícia aguarda laudo técnico. Os homens foram identificados como: José Gilberto Alves ,Marciano Costa da Silva – ambos vigilantes da um empresa que presta serviços à Coelce – e Raimundo Nonato Matias de Lima, eletrotécnico. As idades deles ainda não foram reveladas, mas segundo a Polícia eles tinham mais de 30 anos.

A Coelce informou,em nota, que ‘’lamenta profundamente a morte de dois vigilantes da empresa Ceará Segurança e de um operador do centro de serviços da distribuidora em Cascavel’’. A empresa explicou ainda que vai aguardar as investigações

Polícia divulga retrato do principal acusado de prática de homicídio, em Parambu, no Ceará

O policiamento pertencente ao 13º Batalhão de Polícia Militar de Tauá, no Ceará em parceria com a Polícia Civil está tentando prender o principal acusado de ter assassinado na madrugada de segunda dia 26, o jovem Mikael Feitosa, 20 anos, acadêmico de Engenharia Civil. 

Ele se chama Antonio Leandro de Almeida, 52 anos, natural de Pedra Branca no Ceará e se encontra foragido. O assassino reside no conjunto Antônio Joaquim Noronha s/nº, em Parambu. 

Na residência do acusado, a polícia encontrou documentos, uma jaqueta preta e uma calça jeans com marcas de sangue, possivelmente do estudante.

Ainda segundo a PM, o acusado teria fugido em um veiculo Fiat Uno. Para a imprensa, a PM divulgou uma foto do acusado.

Segundo informações de familiares, Mikael embarcaria para Manaus na manhã desta terça-feira, quando retomaria os estudos após o período de férias. O corpo deverá ser velado na residencia de seus avós, na localidade de Olho D água, em Parambu
lampiao

Justiça autoriza lançamento da ‘biografia gay’ de Lampião

Depois de três anos, finalmente o escritor e juiz aposentado Pedro de Morais vai poder lançar e vender o seu livro Lampião, O Mata Sete, em que diz que Virgulino Ferreira, o famoso cangaceiro nordestino, era gay. Por unanimidade, a 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJ-SE) reformou a sentença de primeiro grau que proibia o lançamento e a venda da obra.
Para o autor, o voto unânime dos desembargadores pode abrir um precedente no Brasil para autores que estão com biografias paradas na Justiça. “Foi um voto notável”, disse Morais, ao se referir ao desembargador Cezário Siqueira Neto, relator do processo.
No voto, Siqueira Neto entendeu que garantir o direito à liberdade de expressão coaduna-se com os recentes julgamentos do Supremo Tribunal Federal (STF). “Não é demais repetir que, se a autora da ação sentiu-se ‘ofendida’ com o conteúdo do livro, pode-se valer dos meios legais cabíveis.
Porém, querer impedir o direito de livre expressão do autor da obra, no caso concreto, caracterizaria patente medida de censura, vedada por nossa Constituinte”, afirmou o magistrado.
O relator afirmou, ainda, que a liberdade de expressão é algo fundamental na ordem democrática, por isso não é papel do Poder Judiciário estabelecer padrões de conduta que impliquem restrição à divulgação do pensamento. “Cabe, sim, impor indenizações compatíveis com ofensa decorrente de uma divulgação ofensiva”, completou.
Para o desembargador, “as pessoas públicas, por se submeterem voluntariamente à exposição pública, abrem mão de uma parcela de sua privacidade, sendo menor a intensidade de proteção”, citando em seu voto a doutrina do procurador federal Marcelo Novelino.
Processo – Em outubro de 2012, Vera Ferreira, neta de Lampião, entrou com duas ações na Justiça: uma por danos morais, justamente, pelo autor discutir a sexualidade do cangaceiro; e outra impedindo o lançamento do livro. Vera queria uma indenização de 2 milhões de reais nas duas ações, por danos morais e por Morais ter vendido os livros na 2ª Bienal de Salvador, que ocorreu em 6 de novembro de 2011. O escritor disse que Vera perdeu nas duas ações que moveu.
1 minuto com Augusto Nunes: Os censurados viraram censores
O livro, de 306 páginas, ainda não tem data para ser lançado. “Vou conversar com o meu advogado, Frederico Costa Nascimento, sobre o assunto. Também pretendo conversar com o escritor Oleone Coelho Fontes, que faz a introdução do livro, para decidirmos isso”, comentou. O autor tem mil exemplares em casa e há outros 10 000 já encomendados.
O advogado de Vera Ferreira, Wilson Winne de Oliva, disse que vai recorrer da decisão no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele disse que, embora respeite a decisão do TJ de Sergipe, não concorda, pois o que está em jogo é a intimidade de uma família.
“E intimidade não é história”, defende. 

Facebook é responsável por um terço dos casos de divórcio em todo o mundo


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Facebook tem sido citado como responsável por um terço dos casos de divórcio em todo o mundo. Os dados foram obtidos por meio de pesquisas feitas por analistas da Inglaterra.
O número de casos envolvendo a rede social como motivo de separação aumenta gradativamente. Isso porque comportamentos considerados inadequados, evidências de infidelidade e relações extraconjugais ficam cada vez mais expostas por meio da rede.
“As mídias sociais fornecem um registro permanente de nossas vidas”, contou Lyn Ayrton, sócio de um escritório de advocacia de Leeds, na Inglaterra. Segundo ele, o compartilhamento de mensagens ou publicações são muitas vezes usados nos processos judiciais.
*Fonte: Mirror
Proteína do café alivia dor e ansiedade, revela pesquisa brasileira .
27/01/201507:51
   

Pesquisadores da Embrapa e da Universidade de Brasília (UnB) descobriram fragmentos de proteína (peptídeos) no café com efeito similar ao da morfina, apresentando qualidades analgésicas e ansiolíticas. E seus efeitos duraram seis vezes mais. Os experimentos foram feitos com camundongos.

Sob a coordenação do pesquisador Carlos Bloch Júnior , o estudante Felipe Vinecky descreveu as propriedades das moléculas em sua tese de doutorado, desenvolvida no Departamento de Biologia Molecular da UnB e na Embrapa. Ele identificou os peptídeos quando procurava genes de café associados à melhora na qualidade do produto, num projeto da Embrapa com o Centro de Cooperação Internacional em Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (Cirad, na sigla em francês).— A morfina é um alcaloide,uma molécula pequena que age no sistema nervoso central inibindo a dor.

Após 40 minutos, ela é metabolizada, seu efeito para, e os pacientes voltam a sentir dor — explica Vinecky. — Já esses peptídeos têm efeito de até quatro horas. Além disso, nos testes com os camundongos, não foram re gistrados efeitos colaterais, enquanto a morfina pode causar, entre outros problemas, a dependência, de acordo com Vinecky.— Os fragmentos da proteína podem ser usados não só para evitar dor , como também regulam a ansiedade, ajudando até a emagrecer — acrescenta o especialista. — Eles poderiam ser utilizados no gado que vai ser submetido ao abate, que passa por estresse.

SEQUENCIAMENTO

O sequenciamento do genoma do café, capitaneado em2004 pelo pesquisador Alan Andrade, da Embrapa, resultou num banco de dados com mais de 200 mil sequências gênicas, das quais cerca de 30 mil já estão identificadas.O pedido de patente de sete peptídeos identificados no estudo foi encaminhado ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI).

Antonella Zugliani - O Globo/EBC

Exclusivo: Ministra do STF compra mansão de doleiro da Lava Jato


A Ministra do Supremo Tribunal Federal, Carmen Lúcia Antunes Rocha, adquiriu uma mansão no Lago Sul, bairro nobre de Brasília e pode ter caído em armadilha montada pelo doleiro Fayed Traboulsi, envolvido na operação Lava Jato da Polícia Federal.


No dia 19 de setembro de 2013 o principal doleiro da capital da federal foi surpreendido as 6 hs da manhã pela Polícia Federal com mandato de prisão e busca e apreensão em suas propriedades, era a operação Miqueias que investigava fundos de previdência e pensão, deflagrada naquele dia.

A delegada Andréia Pinho conduziu o preso Fayed na viatura da PF até o endereço de outra propriedade na QI 17 conjunto 12 casa 11 Lago Sul, bairro nobre de Brasília. Escutas telefônicas autorizadas pela Justiça na operação Miqueias identificou várias propriedades do doleiro Fayed Traboulsi em nome de terceiros, usados como laranjas.

A propriedade adquirida pela ministra do STF foi no valor de R$ 1.7 milhão, mas no mercado imobiliário a casa é avaliada por pouco mais de R$ 3 milhões. Seria um bom negócio para a ministra se não fosse o nome da proprietária, Andréa Felipe Ramos, casada com Alexandre Chaves Ribeiro, sócio do bicheiro Carlos de Almeida Ramos, conhecido como Carlos Cachoeira.

SINDICATOS VÃO PROTESTAR

As seis maiores centrais sindicais do país promoverão quarta-feira uma manifestação para pedir a revogação das medidas provisórias (MP) 664 e 665, anunciadas no fim do ano passado. As duas medidas alteram regras sobre pensão, auxílio-doença e seguro-desemprego.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Morreu na manhã desta segunda-feira, em Sobral o radialista e blogueiro Vilamar Pereira. 

Segundo amigos a causa morte foi ataque fulminante, quando aguardava atendimento no Centro de Saúde do Caic, por volta das 9h.

Testemunhas, disseram que Vilamar, chegou ao posto reclamando de fortes dores, e seguiu todos os procedimentos oferecidos no centro de saúde. Ficou na fila de espera, e em 15 minutos caiu ao solo e morreu. Por volta de meio-dia, o corpo da vítima ainda permanecia no interior no local onde teve morte que fica nas imediações da fábrica de calçados onde o radialista também prestava serviço.

Vilamar Pereira, era dono do blog Portal a Desgraça, que destaca matéria policiais com cenas fortes de violência. Era muito conhecido em toda a cidade de Sobral e na cidade de Camocim sua terra Natal, era casado e tinha filhos.

Um colírio..Simplesmente uma obra prima a Miss Universo 2014

Colombiana Paulina Vega

Miss Colômbia, Paulina Vega desfila em trajes de
banho (Foto: AP Photo/Wilfredo Lee)
Plenario_ Camara_ Luis Macedo
Foto: Luis Macedo/Agência Câmara

Benesses de deputados custarão R$1 bilhão em 2015


 
Além do salário de mais de R$ 33 mil, deputados têm verba de gabinete, verba indenizatória, reforma de gabinetes.


Cada excelência da Câmara dos Deputados vai custar ao contribuinte R$ 1,95 milhão este ano, contabilizados salário, verba de gabinete, auxílio moradia e o indecoroso "cotão parlamentar", que já foi usado até para bancar canais de TV adultos. O valor é a média auferida pelos 513 deputados. Aqueles com cotão mais polpudo chegam aos R$ 2 milhõesao ano. Só em salário, até dezembro, cada um vai levar R$ 471,8 mil.

Cada noite de sono dos parlamentares custa ao contribuinte R$ 930 mil. Suficiente para comprar 3.795 cestas básicas no Nordeste. Áreas administrativas, legislativas e os gabinetes ganharam quase R$ 1,2 milhãoem mobília novinha. O ‘mimo’ é para lideranças partidárias. Ainda em 2015 a Câmara deve ampliar seu Anexo IV, ao custo de R$ 95 milhões, e repaginar apartamentos funcionais, por R$ 22,5 milhões



Um estudante de engenharia civil foi assassinado a tiros no início da madrugada desta segunda feira (26), na Vila de Juazeiro, em Parambu.  O jovem estava na companhia de amigos, participando de uma danceteria, quando foi alvejado com pelo menos três tiros de arma de fogo.
 
A vítima trata-se de Mikael Moreira Feitosa, 20 anos, acadêmico da faculdade de engenharia civil, Filho do vereador parambuense Ronaldo Moreira Feitosa e Girlene Freitas Moreira, Residente em Manaus, estado do Amazonas.
 
Mikael Feitosa estava no período de férias da faculdade e visitava seus familiares e amigos em Parambu. O corpo do jovem se encontra no necrotério do Hospital Municipal Dr. Cícero Ferreira Filho, aguardando a chegada do rabecão do IML de Tauá.
 
O autor do crime fugiu e segundo informações, já teria sido identificado. A Polícia Militar realiza diligencias no intuito de prendê-lo.
 
Aguardem mais informações.
 
Blog do Abraão Barros - Parambu

Prefeito Tony Jorge descarta realização do carnaval em Catunda


O empresário e prefeito da cidade de Catunda Tony Jorge em informal conversa sobre à administração naquele município e seus planos politico para 2015, assegurou que graças a experiência administrativa, os projetos em Catunda vem fluindo progressivamente.

Sobre comentários que circulam na imprensa e na roda de bares e ruas sobre sua possível candidatura a prefeito de Nova Russas nas próximas eleições, ele mesmo não havia pensado nessa possibilidade, mas também não descartou, pois o futuro a Deus pertence.


Carnaval de Catunda_ O prefeito não acha que seja um momento pra gastos absurdos com festas onde a necessidade atualmente no município está sendo por água potável e alimentação para o povo. No ano passado a administração realizou a entrega de milhares de cestas básicas com as famílias carentes e ficaram todos satisfeitos e se tivéssemos feito o carnaval, estaríamos desobedecendo à determinação judicial e ainda tirando o alimento da boca dos nossos munícipes. Concluiu Tony Jorge.

Fonte - Gazeta Regional

Pai que morreu com os 4 filhos em acidente deixou carta para a ex no DF

Trecho da carta enviada pelo motorista à ex-mulher antes do acidente (Foto: Reprodução)

O motorista de 48 anos que morreu neste sábado (24) com os quatro filhos em um acidente na BR-070, em Cocalzinho de Goiás, no Entorno do Distrito Federal, deixou com a ex-mulher uma carta minutos antes do acidente dizendo que ela não veria mais as crianças.

A imprensa teve acesso à carta de quatro páginas. "Samara, espero que quando você estiver lendo essa carta eu e os meus filhos já estejam (sic) bem longe", diz na primeira frase. "Hoje é um grande dia, para mim e meus filhos. Estaremos buscando um lugar de paz onde não exista humilhação e covardia."

Os três irmãos envolvidos no acidente (Foto: Reprodução)

Marco Aurélio Almeida Santos foi buscar os quatro filhos - três meninos e uma menina - em Brazilândia, no Distrito Federal, na casa da família da ex-mulher na manhã deste sábado (24). Ele costumava pegar as crianças aos finais de semana para passear.

Carro bateu de frente contra caminhão, na BR-070 (Foto: Divulgação/PRF)

Minutos depois de saírem da casa, o carro em que os cinco estavam colidiu frontalmente contra uma carreta. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), Santos tentou fazer uma ultrapassagem, mas acabou batendo no veículo de carga. O carro ficou destruído. Todos os ocupantes do veículo morreram no local. O Corpo de Bombeiros teve que remover o capô do carro para retirar as vítimas. O motorista da carreta teve ferimentos leves.

Trecho final da carta que o motorista entregou a ex-mulher minutos antes do acidente (Foto: Reprodução)

Na última frase da carta entregue à ex-mulher, ele se despede. "Hoje 24-01-2015 será o último dia que você verá seus filhos e seu marido", afirma na quarta página. "Pode ficar com a casa em Vicente Pires e retornar a sua vida, mas com meus filhos você não viverá essa pouca vergonha

sábado, 24 de janeiro de 2015

Mais um artigo sobre o nível da educação no Brasil

Vergonha nacional e paixão por livros, por Urariano Mota



Depois dos últimos resultados da prova de redação do Enem, parece que a educação no Brasil oscila como um pêndulo entre dois extremos. O movimento do relógio vai do ótimo de poucos estudantes ao péssimo da maioria. O dado unificador no conjunto de tantas disciplinas, de matemática a história e ciências, foi a marca da prova de redação. Pelas notícias na imprensa, conhecemos, por um lado, os novos gênios – aqueles que alcançaram o máximo, a nota 1.000 em redação, 250 apenas, em mais de 6 milhões. Por outro lado, o escândalo dos 529 mil alunos que tiraram a nota zero, num universo em que a maioria obteve até 600 na redação.
Desse...  “escândalo”, que é o de jovens desumanizados todos os dias e que ninguém vê, mas que vira escândalo quando aparece em nota de vestibular, uma das expressões foi o artigo de Arnaldo Niskier, doutor em educação, sob o título de Vergonha Nacional. Escreveu o imortal ad ABL na Folha de São Paulo: “Estamos vivendo em nosso país tempos sombrios em matéria de qualidade do ensino, especialmente se considerarmos a educação pública...” (lembra a narração de filme de terror). E continua:
“O que esperar dessa  geração? Quando em um universo de quase 6 milhões de alunos só 250 tiraram a nota máxima (mil) na indispensável redação, pode-se inferir que estamos diante de uma fase caótica, a exigir providências que não podem mais tardar... Para acabar com essa vergonha, só uma ampla reforma”.

Mas não aponta qual ou para onde.

No outro extremo, as notícias falavam dos ótimos 250 estudantes, mais resistentes e heroicos, porque em menor número, que os 300 de Esparta. Dos últimos guerreiros do escândalo da nota mil em redação, se falou que tunham em comum a paixão pelos livros. Entre as séries "O Senhor dos Anéis" e "Crônicas de Gelo e Fogo",  autores J. R. R. Tolkien, George R. R. Martin, e Dan Brown, de "O Código Da Vinci",e treinos para a prova, esses jovens leem. E tal coincidência causou o maior espanto entre o escândalo.

Mas deveria ser claro, para todos e em todos os tempos: sem ler, sem o entendimento do que se lê, ninguém vai a lugar nenhum, do porto do Recife à estrela da última nebulosa no espaço mais distante. Essa notícia, de jovens que melhor escrevem porque gostam de ler, é uma verdadeira redescoberta da pólvora. Ou uma reinvenção da roda. Ainda assim, a notícia me faz refletir para que serve a leitura, ou, num salto de qualidade, para que serve a literatura.

Para que é mesmo que serve a literatura? De um ponto de vista estrito de grana, de moeda que compra alimento, álcool, camisa que sirva além do corpo de quem escreve, que vá além da vaidade do autor, existe alguma utilidade na literatura? Existe algo nela que diga somos todos humanos, e o reino da felicidade é a socialização da carne espírito? Existe nela algo que, sem cair dos seus objetos mais nobres, chame a atenção para que a poesia tem um poeta em estado de necessidade, e por isso lhe traga um pouco mais de carinho e pão?

Nos tempos em que pensei ser professor, sempre tentei dizer a jovens estudantes que a literatura  era fundamental na vida  de todos. Mas quase nunca tive sucesso nessas arremetidas rumo a seus espíritos. Minhas palavras pareciam não fecundar. Primeiro porque a literatura ministrada a eles, em outras aulas, destruía todo o gozo de viver. Os mestres, profissionais ou burocratas, ensinavam-lhes a anti, a literatura para antas, com listas de nomes, datas e resumos de obras, nada mais. Em segundo lugar eu não fecundava porque o valor do sentimento, o sentido de uma rosa, o cântico de amor ou o desajuste de pessoas em uma sociedade corrupta nada significava para as tarefas mais práticas, que se impunham.

- O que eu ganho com isso, professor?

E com “isso”, o jovem, quando de classe média, queria me dizer, que carro irei comprar com a leitura de Baudelaire? Que roupas, que tênis, que gatas irei conquistar com essa conversa mole de Machado de Assis? Então eu sorria, para não lhes morder. A riqueza do mundo das páginas dos escritores, a gratidão que eu tenho para quem me fez homem eu sabia. Mas não achava o que dizer nessas horas quando o petardo de uma frase de Joaquim Nabuco, por exemplo, poderia ganhar a zombaria de toda a gente. Eu sorria e me punha a gaguejar coisas estapafúrdias do gênero os poetas são os poetas, Cervantes era Cervantes. E me calava, e calava a lembrança dos sofrimentos e humilhações em vida do homem Cervantes que dignificou a humanidade.

- O que eu ganho com isso, professor?

Quando essa pergunta me era feita por jovens da periferia, excluídos, isso me ofendia muito mais que a pergunta do jovem classe média. Aos de antes eu respondia com uma oposição quase absoluta, porque não me via em suas condições e rostos. Mas a estes periféricos, não. Eu passava a ser atingido nos meus domínios, na minha gente, porque eu olhava os seus rostos e via o meu, no tempo em que fui tão perdido e carente quanto qualquer um deles. Então eu não sorria. Aquilo, do meu semelhante, me acendia um fogo, um álcool vigoroso, e eu lhes falava do valor da literatura com exemplos vivos, vivíssimos, da minha própria experiência. Então eu vencia. Então a literatura vencia. Mas já não tinha o nome de literatura. Tinha o nome de outra coisa, algo como histórias reais de miseráveis que têm a cara da gente. Que importa? Que se dane o nome, vencia a literatura.

Então, por fim, essa é a qualidade maior da literatura, acredito: libertar nos brutos que somos o nosso melhor humano. É algo muito mais precioso, e eterno, enquanto houver humanidade, do que tirar uma nota 1.000 na redação do vestibular.  Ou, se quiserem, pode ser criado até um slogan de anúncio comercial: virem humanos e, de desconto, ganhem uma nota mil no vestibular.