sábado, 25 de abril de 2015

Prefeitos de 181 municípios do Ceará assinarão termo de adesão ao Garantia Safra.

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O Governo do Estado do Ceará, através da Secretaria do Desenvolvimento Agrário, vai realizar, na próxima terça-feira (28), às 08h30m, no auditório do Palácio da Abolição, evento para os prefeitos assinarem o termo municipal de adesão do Garantia Safra 2014/2015. A assinatura do documento assegura a participação do município para o programa na safra 2014/2015. O evento contará com a presença do Governador Camilo Santana.
O Garantia Safra é um seguro pago pelo Governo Federal em caso de perda igual ou superior a 50%. No Ceará existem 181 municípios aptos para assinatura do documento.
Segundo o coordenador de Crédito Rural e Políticas Afins da SDA, Arimateia Gonçalves, “na assinatura do termo de adesão do Garantia Safra, fica assegurado entre o Governo do Estado do Ceará e o município todas as responsabilidades e competências do município.”
Para o Secretário do Desenvolvimento Agrário, Dedé Teixeira, “o Garantia-Safra é um dos mais importantes programas do Governo Federal. E é importante que os prefeitos assinem esse documento de adesão e não corram o risco de ficar de fora das vantagens desse grande programa, que é muito importante para os agricultores familiares”.
Fonte SDA

Ceará já tem quase 6 mil casos de dengue confirmados


Os dados da dengue no Ceará são alarmantes.
 
O último boletim da Secretaria de Saúde do Estado, divulgado na tarde dessa sexta-feira (24), aponta que foram confirmados 5.889 casos em 108 municípios.
 
Em uma semana, foram 1.241 casos a mais da doença que pode levar à morte. 5 óbitos já foram confirmados de 23 casos suspeitos.
 
Resultado de imagem para mosquito da dengueAs mortes aconteceram em Aquiraz, Barbalha, Varjota e Maracanaú, com dois registros. De acordo com o Ministério da Saúde, o Ceará está em situação de alerta para a ocorrência de epidemia.
 
Fortaleza também é uma das capitais em alerta, segundo o Governo Federal. Além do trabalho efetivo das secretarias de saúde e regionais, a população também tem que fazer a sua parte. 
 
As dicas são as mesmas: manter o quintal limpo, evitar guardar pneus velhos, latas e vasos de plantas que acumulam água. Calhas e tanques também precisam ser revisados. 
 
E o principal: permitir a entrada dos agentes de endemias identificados. Todo o cuidado é pouco.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Governo autoriza 26.811 vagas em concursos federais

Apesar da crise orçamentária, União anuncia chances com salários iniciais de até R$ 12 mil

STEPHANIE TONDO
Rio - Em meio a um ano de ajuste fiscal, os concurseiros têm motivos para comemorar. O Orçamento deste ano, sancionado pela presidenta Dilma Rousseff e publicado quarta-feira no Diário Oficial da União, traz a autorização para abertura de 26.811 vagas em concursos públicos a nível federal. Os salários iniciais chegam a até R$ 12 mil. Vale lembrar que o projeto de lei da Terceirização, aprovado na Câmara e que irá ao Senado, não atinge as áreas autorizadas, por se tratar de carreiras de estado. A lei impacta, principalmente, empresas públicas, como Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Petrobras. 
A candidata Técia Soares, 23 anos, comemorou a autorização das vagas e já começou a estudar para os concursos a nível federal
Foto:  Alexandre Vieira / Agência O Dia
De acordo com a tabela publicada pelo governo, são 22.463 vagas para o Executivo Federal e mais 1.399 para substituição de terceirizados nesse setor. Já para o Legislativo são 258 vagas para a Câmara dos Deputados, 100 para o Senado e 60 para o Tribunal de Contas da União (TCU).
No Judiciário são 139 vagas para a Defensoria Pública da União, 90 no Ministério Público, 18 no Conselho Nacional do Ministério Público, 130 no Superior Tribunal de Justiça e 366 na Justiça Federal. Também foram autorizadas vagas na Justiça Militar da União (10), na Justiça Eleitoral (231), na Justiça do Trabalho (1.236) e na Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (311). 
Diretor pedagógico da Academia do Concurso, Paulo Estrella afirma que o número de vagas é bastante aceitável em um ano de cortes no orçamento, mas a demora na autorização pode criar problemas para quem quer ingressar na carreira pública. “Ficou muito perto do segundo semestre, o que vai gerar uma concentração de processos seletivos no fim do ano. Os candidatos terão pouco tempo para estudar entre um concurso e outro”, explica o especialista.
Para Rodrigo Mesquita, professor do Universo do Concurso, o ideal é começar a estudar o quanto antes. “Com a autorização, daqui a pouco começam a ser publicadas as portarias específicas para os concursos. Depois disso, são seis meses para que o edital seja publicado. Então é importante iniciar os estudos”, avalia.
Estudante de Direito, Técia Soares, 23 anos, já começou a se preparar. Ela pretende fazer prova para o Tribunal de Justiça, o Ministério do Trabalho e o Banco do Brasil. “Tem muita concorrência, mesmo com essa quantidade de vagas”, diz.
A estudante de Belas Artes Gabriela Florentino, 19 anos, comemorou o número autorizado pelo Planejamento, mas ainda tem receio com relação à distribuição das vagas: “Tem que ver quais áreas serão beneficiadas, porque de repente as pessoas estão estudando para um concurso, mas acaba que é aberta seleção para área que elas não esperavam”.
Área de segurança em destaque
Rodrigo Mesquita, do Universo do Concurso, acredita que sejam criadas oportunidades principalmente nas áreas fiscais e de Segurança Pública. Já Paulo Estrella, da Academia do Concurso, aposta nas áreas de Saúde e Educação. “Também são esperadas oportunidades para a Polícia Federal, Ministério da Fazenda e Receita”, avalia.
De acordo com Estrella, os candidatos devem começar a estudar as matérias básicas, como direitos Constitucional e Administrativo, além de Língua Portuguesa e Informática, que são comuns a todos os processos seletivos. “A partir daí, o estudante aponta para as específicas”, aconselha.
Mesquita acrescenta ainda que para a área fiscal é importante se dedicar ao estudo de Direito Tributário, assim como Contabilidade, Estatística e Matemática Financeira.
Mercado de trabalho volta a crescer
O mercado de trabalho apresentou ligeira melhora em março, após três meses de queda. Dados do Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados ontem apontaram para crescimento de 0,05% (19.282) no número de empregos com carteira assinada criados em relação a fevereiro. O resultado é superior ao registrado em março de 2014, quando foram gerados 13.117 postos de trabalho.
Segundo o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, é esperado que em abril essa trajetória continue e o mercado siga na tendência de crescimento, revertendo o quadro negativo dos dois primeiros meses do ano. “A expectativa é de um abril ainda melhor que março”, disse.
Dos oito setores da economia, quatro registraram crescimento, com destaque para o setor de Serviços (0,31%), Administração Pública (0,33%) e Comércio (0,03%). A Construção Civil teve queda de 0,6% e Indústria de Transformação caiu 0,18%.
EM ALTA
SERVIÇOS
Neste segmento foi percebido crescimento nos postos em serviços médicos e odontológicos (0,48%), nos setores de Ensino (1,11%), Comércio e Administração de Imóveis (0,31%), Transportes e Comunicações (0,33%) e Alojamento e Alimentação (0,06%).
REGIÕES
A expansão ocorreu em três das cinco regiões pesquisadas: Sul, Sudeste e Centro Oeste.





    Os ratos da Petrobras: No Brasil o crime sempre compensa!!!

    br posto

    Quanto cada partido recebeu das empreiteiras da Lava Jato

    PT, PSDB e PMDB receberam 70% das doações das investigadas

    As empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato destinaram 70% das doações que declararam à Justiça eleitoral em 2010 e 2014 a candidaturas do PT, do PSDB e do PMDB. Dos R$ 930 milhões (em valores atualizados pelo IPCA/IBGE) repassados por essas empresas, R$ 660 milhões bancaram candidatos dessas três legendas. O PT ficou com R$ 308 milhões (33%), o PSDB com R$ 189 milhões (20%) e o PMDB com R$ 162 milhões (17%).
    Essas construtoras financiaram, ainda, outras 25 legendas com R$ 270 milhões. Ou seja, dos 32 partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral, 28 (87%) foram financiados nas duas últimas eleições gerais por empreiteiras acusadas pelo Ministério Público Federal de integrar um cartel para desviar recursos da Petrobras, o chamado “clube do bilhão”. Apenas o Psol, o PCB, o PSTU e o PCO – legendas de esquerda e extrema-esquerda que não costumam receber doações de empresas não foram beneficiadas pelo grupo.
    Só no ano passado, PT, PSDB e PMDB tiveram um auxílio de R$ 306 milhões dos grupos Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, Engevix, Odebrecht, OAS, Queiroz Galvão, Galvão Engenharia, Toyo Setal e UTC Engenharia. Dessas, só a Toyo não doou a esses três partidos em 2010. Naquele ano, além das oito construtoras citadas anteriormente, também contribuíram a IESA, a Mendes Junior e a Promon. Juntas, essas 11 empresas repassaram R$ 276 milhões (R$ 353 milhões em valores atualizados) para candidaturas petistas, tucanas e peemedebistas. O levantamento considera as quantias declaradas à Justiça eleitoral.

    Veja os repasses feitos pelas empresas investigadas por desvios na Petrobras a candidatos e partidos políticos nas eleições de 2010 e 2014, de acordo com levantamento do Congresso em Foco no TSE

    PartidosDoações 2010 (R$)Doações 2014 (R$)Total (R$)
    PT125.347.101147.920.750,00273.267.851
    PSDB83.520.72082.312.300,00165.833.020
    PMDB67.030.02076.530.000,00143.560.020
    PSB29.966.70032.222.181,0562.188.881
    PP17.734.00016.770.000,0034.504.000
    PR11.600.00015.317.500,0026.917.500
    DEM7.208.00019.028.300,0026.236.300
    PDT15.053.7806.671.245,0021.725.025
    PTB5.404.0006.338.978,0011.742.978
    PCdoB3.390.0006.265.015,089.655.015
    PSD *9.044.081,009.044.081
    PPS4.637.7511.590.000,006.227.751
    PSC3.321.7662.839.790,006.161.556
    PV4.420.0001.690.000,006.110.000
    SD *5.210.000,005.210.000
    PRB2.400.0001.585.000,003.985.000
    Pros *1.520.000,001.520.000
    PRTB20.0001.463.000,001.483.000
    PTN665.000690.000,001.355.000
    PMN520.000613.030,001.133.030
    PEN *1.117.880,001117880
    PTdoB390.000675.774,451.065.774
    PTC581.400250.000,00831.400
    PSL164.000373.840,00537.840
    PHS220.00060.000,00280.000
    PSDC87.000166.900,50253.901
    PRP53.00036.000,0089.000
    PPL *55.000,0055.000
    Total383.734.238438.356.565,08822.090.803
    Valores corrigidos491.958.536,53438.356.565,08930.315.101,61
    Índice: IPCA/IBGE
    Fonte: Congresso em Foco com base em dados do TSE.