terça-feira, 25 de novembro de 2014

PAGANDO PROMESSA: Família faz peregrinação por todo o Ceará usando jumentos como transporte


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Laurindo dos Santos, 54 anos, saiu de casa, em Juazeiro do Norte, com toda a sua família, ainda no mês de maio. A esposa, Dona Lúcia, lembra com um sorriso no rosto que a peregrinação foi iniciada “antes da copa do mundo”. Os três filhos do casal, Gabriel (16), Luis Carlos (13) eDayana, um bebê de apenas dois anos, acompanham os pais no que defendem ser “um ato de fé”.
Em troca da saúde de Laurindo, o casal  prometeu aos santos que a família inteira realizaria uma peregrinação por todo o Ceará usando jumentos como meio de transporte, assim como Jesus, Maria e José fizeram ao fugirem de Belém para o Egito, conforme relato dos evangelhos. De acordo com o chefe de família, a graça foi alcançada e agora eles estão apenas pagando o que devem.
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Ao percorrer o Estado, eles tem preferido utilizar as estradas vicinais, carroçáveis. Já estiveram em  Aracati, Fortaleza, Maranguape, Canindé, Choró, Quixadá, Quixeramobim, Mombaça, Acopiara, Iguatu e Juazeiro do Norte. Em Choró receberam muita ajuda da população, que os abasteceu com mantimentos e forneceu ração para os animais.
A família leva consigo apenas o básico e dorme em carroças cobertas com lonas e plásticos.
Ontem eles,dormiram no município de Quixadá e, em seguida, prosseguirão com sua jornada até que todo o território cearense seja coberto pelas pegadas dos jumentinhos.

Seja um doador de sangue - Salve Vidas

"É melhor uma base mais enxuta, porém mais confiável"

Cid Gomes
Foto: José Cruz/Agência Brasil  - "É melhor uma base mais enxuta, porém mais confiável", avalia Gomes

 O governador do Ceará, Cid Gomes, explica o projeto de uma frente de esquerda capaz de sustentar o governo Dilma e fazer contraponto aos conservadores.
 

Diante de uma nova rebelião da base aliada no Congresso e dos desdobramentos da operação Lava Jato, dedicada à apuração do escândalo de corrupção na Petrobras, não resta alternativa a Dilma Rousseff senão repensar a forma como o Executivo se relaciona com o Parlamento. O diagnóstico é do governador do Ceará, Cid Gomes (PROS), defensor da criação de uma frente de esquerda para trabalhar pela estabilidade do governo e fazer um contraponto ao fisiologismo e ao avanço dos conservadores no Parlamento. "O governo está escravo do PMDB, que se considera um partido essencial, quando eu penso que ele não tem essa bola toda. É melhor ter uma base mais enxuta, porém mais confiável". Na entrevista a seguir, ele explica a proposta e fala sobre os rumos da economia. Evita, porém, comentários sobre a possibilidade de assumir um ministério. "Ninguém fala sobre conjecturas". 


CartaCapital: Qual é o objetivo da frente de esquerda? 

Cid Gomes: Temos um evidente problema de governabilidade e um debate de reforma política, que é uma unanimidade enquanto a necessidade de fazer, mas objetivamente há opiniões e desejos para todos os gostos. Reforma política, ao meu juízo, deve existir quando se inicia um novo ciclo, e não é o que está acontecendo. O País acabou de sair de uma eleição muito dividida, o resultado praticamente foi meio a meio. Essa reforma só deve aguçar e radicalizar as diferenças. O Executivo precisa de uma nova forma de se relacionar com o Parlamento ou, pelo menos, deve tentar melhorá-la, torná-la mais ética e transparente. A Operação Lava Jato ajuda nesse sentido, pois fragiliza o núcleo central desse modelo de governança instituído em meados do governo Lula. Dilma tentou mudá-lo, mas teve que se render no principal. 

CC: Que modelo de governança é esse? 

CG: Quais são os principais partidos da base? O PT, evidentemente, e o PMDB. Este último é um ajuntamento de seções estaduais que se unem na hora de disputar um naco do poder. Foi assim nos governos de Lula e de Fernando Henrique Cardoso. Só que, agora, o PMDB perdeu o pudor. As chantagens são feitas publicamente por quadros do partido. 

CC: O senhor se refere ao deputado Eduardo Cunha? 

CG: Entre outros. Eduardo Cunha é uma caricatura dessa situação. Mas uma boa parte do PT, ao longo dos últimos anos, também aderiu à tese do poder pelo poder. Não posso generalizar, mas uma parcela do partido disputa participação no governo não para apresentar novas teses ou colocar em prática uma nova linha ideológica. E sim para ter força de cooptar e se preservar no poder. O resto do apoio da Dilma é múltiplo. Há partidos ideológicos ou programáticos e também os fisiológicos, todos com expressão pequena, o que faz com que o poder fique concentrado entre o PT e o PMDB. Dilma pode estimular um reordenamento dessa base, e isso não se fará apenas com boa vontade. Se depender de boa vontade, a negativa já vem daquele bordão antigo, de que a esquerda só se une na cadeia. A presidenta precisa emitir sinais claros para fomentar a união.  

CC: Quem poderia integrar esse bloco? 

CG: Aqueles que têm uma linha ideológica de centro esquerda e que estejam insatisfeitos no seu partido, além das legendas dispostas a se alinhar integralmente. Não precisamos, necessariamente, de um partido novo. É um processo. Primeiro, cria-se um bloco. Depois, uma frente. Na medida em que as desconfianças são superadas, podemos pensar em outras formas de organização. No futuro, talvez isso se converta em num partido, com instâncias compartilhadas de poder. Há mil mecanismos para construir uma alternativa. Além do meu partido, o PROS, imagino que podem aderir ao projeto o PDT, o PCdoB, parcelas do PSB. Para muitos quadros deste partido, esse caminho à direita do PSB nega as suas origens, sua tradição, sua história. 

CC: O senhor atribui essa guinada à direita do PSB ao projeto do falecido governador Eduardo Campos? 

CG: Não é bom de falar de quem já morreu. Lamento muito a perda dele, era um grande quadro para o Brasil. Mas, em nome de um projeto que acabou ficando pessoal demais, Campos permitiu que o partido se rendesse à uma parcela que se aproximou da direita. A expressão maior disso é a seção paulista do PSB. Talvez, hoje, Pernambuco tenha até mais notoriedade. No passado, a seção paulista era a que tinha mais deputados. Embora você tivesse ali uma Erundina, ela sempre foi minoritária. Hoje, Márcio França é vice do governador Geraldo Alckmin, do PSDB. O aliado tradicional do PSB sempre foi o PT, mas houve uma série de rompimentos. O partido também se dividiu após apoiar Aécio Neves no segundo turno. O atual comando do PSB está claramente à direita, mais conservador, mas você tem a seção do Amapá que ficou com a Dilma, assim como as seções da Paraíba e da Bahia. Imagino que há outras com a mesma linha. 

CC: E o projeto de Gilberto Kassab? 

CG: Kassab se movimenta pelo centro. Ele é líder do PSD e trabalha para formar uma nova legenda, fazer uma fusão que permita o ingresso de quadros oriundos de outros partidos. Se ele conseguir desidratar o PMDB, atrair uns 20 deputados, os melhores ideologicamente, será um grande feito. 

CC: A movimentação de Kassab está relacionada, de alguma forma, à sua proposta de uma frente de esquerda? 

CG: O movimento de Kassab está em curso. No caso da frente, por ora, é uma ideia exposta por mim. O objetivo, creio, é o mesmo: dar mais estabilidade ao governo, em uma linha mais ideológica, e não fisiológica. De alguma forma, será um contraponto ao atual modelo. O governo está escravo do PMDB, que se considera um partido essencial, quando eu penso que ele não tem essa bola toda. É melhor ter uma base mais enxuta, porém mais confiável. Podemos construir caminhos pela esquerda e pelo centro. Com teses, e não cargos. Não vejo problemas de os partidos da base terem participação no governo, o que não podem é atuar como parasitas. Muitos não querem nem saber qual é a tese do governo. Querem um naco do Estado. 

CC: Que tamanho essa frente de esquerda pode ter? 

CG: Minha tarefa é quixotesca. Recebo aqui e acolá sinalizações de apoio. Uma vez um desconhecido me ligou não sei de onde para dizer que estava afinado com a proposta. A ideia é despertar esse sentimento. No fundo, todo político, mesmo o mais escrachado fisiológico, acredita em alguma coisa. O desafio é despertar essa defesa ideológica de um Brasil ideal que cada um tem, e usá-la como um cimento para uma aliança. Seria um realinhamento, uma nova relação do Executivo com o Congresso em cima de teses para o Brasil. 

CC: Como Dilma recebeu sua proposta? 

CG: Com simpatia, acho (risos). 

CC: A relação que Dilma tem com o Congresso é diferente daquela que o Lula estabeleceu em seu governo? 

CG: É diferente, porque o Lula não tinha remorso. A Dilma tem. Quando ela assumiu a Presidência, deu participação no governo para a base toda. Ao perceber posturas não republicanas no dia a dia, não aceitou. É o caso da Petrobras. Dilma está sofrendo por uma coisa que não tem responsabilidade. Ela apanha dos dois lados, de quem defende uma posição mais ética e de quem era beneficiário do esquema.

CC: Que impacto a Lava Jato pode ter na política nacional? 

CG: Este é o enésimo escândalo de corrupção no Brasil. Mas, quando as investigações começam a ameaçar o poder econômico, o caso geralmente é encoberto. Encontra-se uma formalidade jurídica, anulam-se as provas... O Brasil precisa dessa operação para dar um passo à frente. Ela deve ir até o fim, pegar os corruptores e os intermediários da política. Isso pode estimular a formação de novos quadros políticos e induzir uma nova relação entre o governo e o Parlamento. 

CC: E a política econômica, também carece de mudanças? 

CG: Manter uma boa equação fiscal não tem ideologia. Qualquer governo que se pretenda sustentável não pode gastar mais do que arrecada. O Brasil tem reservas externas, mas esse colchão não é eterno. Em áreas estratégicas, como o setor secundário, a indústria, temos um rombo enorme. A importação de manufaturados deixou um déficit de 105 bilhões de dólares na balança comercial em 2013. As exportações do setor primário ajudaram a cobrir parte da diferença, mesmo assim estamos deficitários. Precisamos de esforços dirigidos para melhorar nossas exportações de manufaturados, expandir aquelas do setor primário, reduzir e conter alguns gastos supérfluos. Enfim, fazer o possível para não sacrificar conquistas sociais nem a ampliação de recursos no orçamento para áreas como saúde e educação. 

CC: Os empresários têm muita desconfiança em relação ao governo e seguraram os investimentos. A indústria patina e começa a dispensar mão de obra. Como equacionar o problema? 

CG: Muitos dos investimentos previstos para os dois últimos anos foram adiados por questões ideológicas e até certa antipatia. Boa parte dos patronos das indústrias do Brasil tem reservas em relação ao governo, que ao meu juízo é justa em alguns casos, mas uma parte é injusta. Eles adiaram esses investimentos para ver o que aconteceria nas eleições. O Brasil vinha em uma linha de crescimento, num círculo virtuoso. Se você gera mais produção, tem mais emprego, mais salário, mais demanda, mais produção. A interrupção dos investimentos comprometeu o ciclo. Mesmo assim, o Brasil conseguiu manter um nível de geração de emprego acima do crescimento do PIB. Então, para as pessoas comuns, pouco importa se temos um 'Pibinho' ou 'Pibão'. Vale mais ter emprego e um salário melhor. 

CC: Na última década, a economia do Nordeste cresceu em um ritmo bem superior ao do resto do País. 

CG: Sim, e com forte geração de empregos. No acumulado dos últimos 12 meses, o Ceará criou 50,6 mil empregos. Imagino que foi o melhor desempenho do Nordeste. Ainda somos uma região que concentra o maior número de pobres e miseráveis. Mas, nos últimos 12 anos, houve uma politica de valorização do salário mínimo, com impacto direto na renda do trabalhador e nos benefícios previdenciários, sobretudo a aposentadoria rural, que tem um impacto muito forte na economia local. No Nordeste, o percentual de trabalhadores que têm a remuneração vinculada ao salário mínimo é maior do que a média nacional. E tivemos os programas de distribuição de renda.

CC: Criou-se um mercado consumidor que não existia. 

CG: Exatamente. Tenho um testemunho pessoal disso. Visitei o município Ipaporanga nas campanhas de 2006 e, agora, em 2014. É impressionante a mudança da cidade, a vitalidade do comércio, você vê as pessoas na rua, comprando. É uma cidade na fronteira do Piauí, mas o dinheiro está circulando, há mais empregos. 

CC: Segundo o Ipea, cada real investido no Bolsa Família gera um retorno de 1,78 real no PIB. 

CG: Nas economias mais frágeis, o impacto é ainda maior. Olha, eu estou otimista. Em matéria de investimentos, acredito que o próximo ano já será melhor. Todo mundo está meio desconfiado, mas alguns investimentos não podem mais ser postergados. A matriz fiscal precisa ser ajustada, é verdade, assim como é preciso um esforço com a iniciativa privada para melhorar as exportações. Dilma pode sinalizar com um bom Ministro da Fazenda, um bom Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio... 

CC: Dos nomes cotados para a Fazenda, qual nome é melhor? Fala-se em Henrique Meirelles e Nelson Barbosa... 

CG: Um ministro da Fazenda precisa ter liderança, e não enxergo isso em nenhum dos dois. Barbosa é técnico demais, não conhece o Brasil tão bem. Tem um olhar muito paulista. Meirelles tem essa relação histórica com o setor financeiro. Eu acho que não é bom. O ideal é inspirar confiança no investidor empreendedor, estimular o setor produtivo. O rentista também precisa ter tranquilidade, até para não jogar contra. Mas não é prioridade. 

CC: Meirelles seria uma sinalização para os rentistas? 

CG: Ao meu juízo, sim. 

CC: E Barbosa? 

CG: Não seria pra ninguém (risos). 

CC: Quem então poderia assumir esse papel de liderança? 

CG: Luiz Carlos Trabuco, do Bradesco, é um bom nome. É respeitado não por ser ligado ao setor financeiro, mas porque é um executivo que inspira credibilidade. Os investidores vão enxergar nele um esforço de contenção de gastos, de maior equilíbrio fiscal. Terá um papel de liderança no meio empresarial. 

CC: Que outros desafios Dilma terá pela frente? 

CG: O Brasil tem centenas! A saúde precisa de mais recursos, de uma melhor gestão. Tivemos uma ampliação do acesso ao em ensino superior no Brasil sem precedentes na nossa história, mas os indicadores de qualidade da educação ainda são muito ruins. Saneamento é um grande desafio. Mas, de certa forma, tudo depende do ambiente político e econômico. Vamos tirar dinheiro de onde? O Brasil precisa voltar a crescer, não tem escolha. 

CC: Na banca de apostas, o senhor é sempre cotado como futuro ministro do governo Dilma. De qual pasta? 

CG: Isso é um problema. Que curinga é esse? Eu, sinceramente, não me considero um curinga (risos). Meu projeto pessoal é passar uma temporada fora. Estou há 22 anos na política. Tive muitas alegrias, mas tive de fazer sacrifícios pessoais. Meu plano é trabalhar no Banco Interamericano de Desenvolvimento, que não tem a preocupação de ganhar dinheiro. O foco é social. 

CC: Mas o senhor aceitaria um convite para integrar o governo? 

CG: Ninguém fala sobre conjecturas. Se falar que não aceitaria, seria indelicado. Se disser que topo, estaria sendo oferecido. 

domingo, 23 de novembro de 2014

Novo modelo de Radar vai aumentar faturamento punindo motoristas


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Os cones coloridos bem destacados nas estradas, na verdade, são radares de alto alcance.
Os equipamentos estão instalados dentro dos cones. O motorista que pisa no acelerador e ultrapassa a velocidade permitida é punido com as multas sem notar que foi flagrado por um radar móvel.

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O padre Mário Roberto Gomes de Arruda, da Igreja Apostólica Católica Brasileira, localizada na rua Ernestina Batista, em Pontezinha, no Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife, foi preso na noite da última quinta-feira (20) por tráfico de drogas. Segundo a polícia, cerca de 170 quilos de maconha foram encontrados dentro da paróquia.
Além do religioso, um homem e uma mulher - que não tiveram os nomes divulgados - foram presos suspeitos de envolvimento no crime. Os policiais do Departamento de Repressão ao Narcotráfico (Denarc) também apreenderam, dentro da igreja, um revólver calibre 38 e uma carteira de autoridade eclesiástica. Ainda segundo a polícia, o homem que foi preso tinha envolvimento amoroso com o padre. O religioso e o homem foram encaminhados ao Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima. Já a mulher foi encaminhada a Colônia Penal Feminina, no bairro do Engenho do Meio, na Zona Oeste do Recife. Na manhã desta sexta, a assessoria de comunicação da Arquidiocese de Olinda e Recife informou, por meio de nota, que o padre havia sido ordenado padre na Arquidiocese de Juiz de Fora, em Minas Gerais, mas não fazia mais parte da Igreja Católica Apostólica Romana


TOLERÂNCIA ZERO


Joaquim dos Santos Rodrigues era o nome de “Seu Lunga” ganhou fama com respostas ao "pé da letra". Ele era um dos personagens populares da cultura nordestina.
Joaquim Santos Rodrigues, o "Seu Lunga", morreu por volta das 9 horas deste sábado (22) na cidade de Barbalha, no Cariri cearense. O cearense é um dos mais folclóricos nomes da cultura popular nordestina. Tornou-se personagem de inúmeras anedotas por suas respostas ao ''pé da letra'', diretas e intempestivas. Natural do Cariri, da cidade de Caririaçu, "Seu Lunga" tinha 87 anos e estava internado no Hospital São Vicente de Paulo, onde se tratava de um câncer de esôfago.
Seu corpo está sendo velado no Centro Anjo da Guarda em Juazeiro. O sepultamento será logo mais às 16h no Cemitério do Socorro 

Monstro - Avô é acusado de estuprar a neta de 10 anos em Tamboril


autor do estupro

Um caso revoltante vinha acontecendo no seio de uma família na localidade de Cachoeira do Peixe, localidade que é dividida pelo Rio Acaraú, metade da localidade pertence ao município de Monsenhor Tabosa e a outra metade ao município de Tamboril, local onde aconteceu o fato.
O pai de uma criança de apenas 10 anos de idade, das iniciais A.K.S.M procurou a Polícia Militar de Tamboril na tarde deste sábado (22), denunciando que sua filha tinha sido abusada pelo próprio avô de 69 anos, identificado como Francine de Sousa.
O pai pediu providências a polícia, antes que ele se descontrolasse e tentasse contra a vida do próprio sogro.
Franciné - estuprou a neta
                    Franciné de Sousa, 69 anos.
A polícia seguiu para o local, e realizou a prisão do ancião, que confessou o fato, inclusive contou os detalhes d a barbárie, dizendo que praticou o ato em pé e que acariciava os órgãos da criança.
O aposentado é pai da mãe da criança, e disse que a família está muito revoltada com o ato por ele praticado. Francine de Sousa, é pai de 6 filhos, 2 homens e 4 mulheres.
O avô confessa que o ato aconteceu por duas vezes, em um matagal distante a uns 35 metros da casa da criança. O ancião disse que o momento foi de fraqueza, e se diz profundamente arrependido. Ele teme que a família venha a abandoná-lo devido ao brutal crime.
PMT de Tamboril
                                 Polícia Militar de Tamboril
A prisão do ancião se deu através do excelente trabalho da Polícia Militar de Tamboril, VTR 7201, comandada pelo Sargento Gomes, Soldados Magalhães, Silva e Hermínio. A população está revoltada e a polícia teme represália contra o suspeito.
Blog do Manoel Sales adaptado pelo blog 

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

15 anos de Farmácias Drogavida em Nova Russas

Parabéns ao Delmar e família pelo empreendimento de sucesso e que tem proporcionado significativa parcela no desenvolvimento da economia, dos bons produtos e serviços prestados em nossa cidade. Duas lojas que geram emprego e renda para o município.






quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Dia da consciência negra

20 de novembro — Dia da Consciência Negra
Escultura de Zumbi dos Palmares feita por Mestre Saul.*
Em 20 de novembro comemora-se no Brasil o Dia da Consciência Negra. Mas você sabe o motivo de escolha dessa data?
Foi nesse dia, no ano de 1695, que morreu Zumbi dos Palmares. Este foi a liderança mais conhecida do chamado Quilombo dos Palmares, que se localizava na Serra da Barriga, atual estado de Alagoas. A fama e o símbolo de resistência e força contra a escravidão mostrado pelos palmarinos fizeram com que a data da morte de Zumbi fosse escolhida pelo movimento negro brasileiro para representar o Dia da Consciência Negra. A data foi estabelecida pela Lei 12.519/2011.
Outro motivo para a escolha dessa data foi o fato de que no Brasil o fim da escravidão é comemorado em 13 de maio. Nesse dia, no ano de 1888, a princesa Isabel assinou a Lei Áurea que abolia a escravidão no Brasil. Porém, comemorar o fim da escravidão em uma data em que uma pessoa branca e pertencente à família real portuguesa, a principal responsável pela escravidão no Brasil, assinou uma lei pondo fim ao cativeiro faz parecer que a abolição foi feita pelos próprios escravistas. Faz com que a abolição fosse apresentada como um favor dos brancos aos negros.
A escolha do dia 20 de novembro serviu, dessa forma, para manter viva a lembrança de que o fim da escravidão foi conseguido pelos próprios escravos, que em nenhum momento durante o período colonial e imperial deixaram de lutar contra a escravidão.
Os quilombos não deixaram de existir quando Palmares foi destruído sob o comando do bandeirante paulista Domingos Jorge Velho. Vários outros quilombos foram formados nos duzentos anos após o fim de Palmares.
Mesmo nos anos finais da escravidão a ocorrência de fugas em massa de escravos das fazendas, a ocupação de terras e a realização de rebeliões foram muito importantes para que a Lei Áurea fosse assinada.
O fim da abolição não representou também o fim dos problemas sociais para os escravos libertados. O racismo e a resistência à inclusão dos negros na sociedade brasileira após a abolição foram também um motivo para se escolher o 20 de novembro como data para se lembrar dessa situação.
A resistência dos afrodescendentes não se fez apenas no confronto direto contra os senhores e forças militares, ela também ocorreu no aspecto religioso e cultural, como no candomblé, na capoeira e na música. Relembrar essas características culturais é uma forma de mostrar a importância dos africanos escravizados e de seus descendentes na formação social do Brasil.
São esses alguns dos objetivos da comemoração do Dia Nacional da Consciência Negra em 20 de novembro.


Por Tales Pinto
Mestre em História

Canindé sedia exposição de rádios antigos

O município de Canindé está sendo sede da I Exposição Historiográfica de Rádios Antigos Nacionais, Internacionais e de Outras Antiguidades. A mostra vai se estender até sexta-feira, no Centro de Treinamento da Paróquia de São Francisco.
Nessa exposição, que vem atraindo principalmente alunos das escolas da região de Canindé, mais de 125 aparelhos de rádio de todo tipo, bem como bicicletas antigas e uma variedade de máquina de escrever.

Mais uma vez Sobral é notícia nacional



 



Em menos de uma semana, Sobral, mais uma vez, é envergonhada nacionalmente.

Depois das crianças de que bebiam e tinham sua alimentação preparada com água bruta poluída numa escola pública, agora, é a vez da "Vila Olímpica" Ministro Ciro Gomes.

O Bom Dia Brasil mostrou o descaso com essa obra que atravessa várias gestões municipais. Dinheiro público jogado no ralo.

A palavra oficial, na reportagem, culpou a inadequação do terreno para concluir a obra. Então, quem foi o responsável por comprar o terreno inadequado e/ou autorizar o projeto naquele lugar?

Prometeram concluir a obra em 6 meses. Aguardemos com paciência olímpica.

Fonte: Matéria do Bom Dia Brasil

Crateús, Nova Russas e Ipueiras estão entre os preços mais caros do litro da gasolina

Últimas notícias: preço da gasolina comum chega a R$ 3,69 no Interior


Pesquisa em postos em diversos municípios e a variação foi de R$ 3,04(Quixadá) a R$ 3,69 (Juazeiro e Crato)
Em Quixadá, a variação de preços chega à diferença de R$ 0,15 por litro de gasolina comum / FOTO: BRUNO GOMES

Variações desproporcionais de preços, valor superior ao cobrado em postos da Capital e incerteza em relação à qualidade do combustível. Estas são as principais reclamações de proprietários de veículos automotores na região do Cariri, descontentes com o que chamam de “abuso”cometido por proprietários de postos de gasolina, principalmente nos municípios de Juazeiro do Norte e Crato. Conforme a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), em Juazeiro do Norte, o preço da gasolina comum varia entreR$ 3,12 e R$ 3,69 o litro. Já em Crato, o preço do produto oscila entre R$ 3,19 e R$ 3,69.

Segundo os proprietários dos postos de combustíveis, o que é repassado ao consumidor é proveniente do valor cobrado pela Petrobras, acrescido de um percentual de lucro, que varia entre 7% e 10%. A gerente administrativa de uma empresa que administra dois postos de combustíveis em Crato, que pediu para não ser identificada, disse que para as empresas a venda de combustíveis, sobretudo a gasolina comum não tem gerado lucratividade aos postos de combustíveis. A administradora afirmou, ainda, que a realização de reduções no valor ora cobrado poderia acarretar no fechamento de algumas empresas no Interior.

“Os postos estão trabalhando com uma margem de lucro muito pequena. Esse valor que é discutido pelos consumidores vem, praticamente, repassado pelo governo federal. As empresas trabalham numa margem de lucro de apenas 10%, o que significa apenas alguns centavos de rentabilidade”, afirmou ela, ressaltando que as empresas ao adquirirem o combustível da Petrobras realizam o pagamento à vista enquanto que o número de clientes a prazo é considerável. 

“Nós trabalhamos com prazo de pagamento para 30 e até 60 dias. Também parcelamos nocartão decrédito e alguns clientes também realizam vales. É complicado administrar postos de combustíveis no atual momento”, afirma a administradora.

Para o consumidor, no entanto, o valor final do produto tem gerado inúmeros dissabores. O Sargento PM Ednaldo Moura avalia que o fato de muitos postos de combustíveis existentes na região pertencerem a um único proprietário ou a um grupo de empresários associados, acaba impedindo que haja concorrência demercado no Cariri. “São muitos postos em poder de poucos empresários. Em Barbalha, por exemplo, um empresário possui dezenas de postos. De que adianta para o consumidor a existência de vários postos de combustíveis sendo de uma mesma pessoa? Onde fica a concorrência de preços nesta situação?”, questiona o consumidor.

Sobral

Em Sobral, na Zona Norte do Estado, o litro da gasolina comum subiu em R$0,10, indo de R$3,25 para R$3,35. Embora o reajuste pareça diminuto, motoristas que utilizam veículos diariamente afirmam terem sentido a diferença no bolso. É o caso do taxista Airton Neri, que afirma que com a alta do combustível, a diferença no fim do mês é de quase dois tanques a mais, ficando entre R$200 e R$300. “Isso é a parcela de uma moto, ou mesmo um terreno. Para mim, que sou pai de família, é uma mensalidade de uma escola ou curso. Um absurdo”, ressalta o profissional.

No município de Crateús, sete postos de combustíveis atendem aos consumidores. A gasolina é considerada uma das mais caras do Ceará. Com o último reajuste, o combustível passou a ser comercializado entre R$ 3,20 e R$ 3,27. Segundo o empresário Adail Leitão, o valor da gasolina comum atualmente é um mal necessário. “Realmente esse aumento é bastante prejudicial à população, mas, em contrapartida, a Petrobras necessita repor seu capital, pois compra produtos no exterior muito mais caros e há algum tempo já vem adiando esse aumento. Então, esse mal é necessário no momento. Eu acredito que não ficará só nisso, novos aumentos virão” afirmou o empresário.

Quixadá

Em Quixadá, onde está concentrada a maior frota veicular da região central, mais de 25 mil, conforme dados do Departamento Estadual de Trânsito do Ceará (Detran-CE), a variação de preços chega à diferença de R$ 0,15 por litro de gasolina comum. O preço mais alto praticado na cidade é de R$ 3,19.

Os postos com os preços mais altos na cidade são o Monólitos e o Canaã II, que vendem o litro da gasolina a R$ 3,19. Na outra ponta da tabela o Posto MM, situado no entorno do Lago dos Monólitos, possui a melhor oferta para motoristas e motociclistas. O litro do combustível está sendo vendido a R$ 3,04.

O concorrente mais próximo, o Posto Canaã, situado a pouco mais de 100 metros dali, oferece o litro da gasolina a R$ 3,06. É o segundo melhor preço da cidade. Conforme os empresários do setor, a variação de preços está relacionada ao fornecedor e aos custos com o frete de Fortaleza a Quixadá.

Centro-Sul

Já na região Centro-Sul, a cidade de Várzea Alegre lidera com o preço mais caro do litro da gasolina comum, que era de R$ 3,25 e passou para R$ 3,35, um reajuste pouco acima de 3%. O litro da gasolina aditivada custava R$ 3,29 e passou para R$ 3,39.

Em Iguatu, maior centro urbano da região, o preço praticado nas bombas é praticamente o mesmo, com variação de apenas um centavo para mais ou para menos. Em média, o litro da gasolina comum custa R$ 3,09. O aumento linear foi de R$ 0,05. Apenas dois postos mantêm o preço antigo, que é R$ 2,99. Nas cidades de Acopiara e Mombaça, o preço do litro da gasolina comum está igual em R$ 3,09.

O servidor público Antônio Rodrigues disse temer novos reajustes no preço do combustível em razão da crise enfrentada pela Petrobras: “O governo precisa arrecadar mais e o meu temor é que a gasolina volte a subir e o reajuste do salário não acompanhe. Neste fim de ano, decidi reduzir as despesas temendo aumento no início de 2015”.
Blog - Em Nova Russas e Ipueiras os preços são praticados pelos proprietários de maneira uniforme. Em Nova Russas R$ 3,25 o litro da gasolina comum e em Ipueiras R$ 3,31

Fonte: Diário do Nordeste

EMPREITEIRAS FIZERAM PROPOSTA "IMORAL" À JUSTIÇA

Os advogados das cinco maiores empreiteiras do país buscaram fechar um acordo considerado 'imoral' pelo Ministério Público Federal, na véspera da deflagração da 7ª fase da operação “lava jato”, que levou 23 pessoas à prisão e contou com dezenas de ações de busca e apreensão em cinco Estados e no Distrito Federal.
Na quinta-feira que antecedeu a etapa 'Juízo Final' da investigação, advogados da Odebrecht, OAS, Camargo Corrêa e de duas outras construtoras propuseram o pagamento de até R$ 1,2 bilhão para livrar as empresas e seus executivos de sanções judiciais.
O plano era fechar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). As autoridades recusaram a oferta. (Jornal Valor Econômico

MORRE O EX-MINISTRO MARCIO THOMAZ BASTOS


O advogado e ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, de 79 anos, morreu no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do hospital na manhã desta quinta-feira (20).
O ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos foi internado na região central de São Paulo, no início da tarde desta terça-feira (18). De acordo com boletim médico assinado pela equipe coordenada pelo médico Daniel Deheinzelin, Thomaz Bastos foi internado para tratar de uma descompensação de fibrose pulmonar.


Histórico
Márcio Thomaz Bastos foi ministro durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, entre os anos 2003 e 2007. Entre ações dele quando esteve à frente da pasta, destacam-se a aprovação do Estatuto do Desarmamento, em 2003; e a aprovação da Emenda Constitucional n° 45, conhecida como a Reforma do Poder Judiciário, em 2004.